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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Miss Gordinha.


Na Russia, foi promovido um concurso fora dos padrões comuns, onde a “beleza anoréxica” foi descartada e o que contava mesmo era a gordurinha sexy. (?)
O Miss Pesada foi realizado no último domingo (24) e foi super disputados pelas gordinhas concorrentes. Teve até participante vestida de palhaça para chamar atenção (pra que né?).

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

domingo, 20 de setembro de 2009

Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2009

"Quem não se aceita não se merece"
Outro dia achei uma agenda antiga, que vinha cheia de frases, pensamentos e desenhos. Folheando a agenda, achei algumas coisas interessantes (tanto que vieram nela como que eu anotei), e uma das coisas que gostei foi dessa frase: "Quem não se aceita não se merece", dita por M. Thiesen.
Entre tantas frases esta me chamou atenção porque isso de aceitação é uma coisa meio nova pra mim. Fui uma adolescente ultra traumatizada com tudo. Não havia um pedacinho de mim que não merecesse críticas ferozes vindas de mim mesma. Eu queria muito ser baixinha, estilo chaveirinho, mas fui presenteada com 1,70m. Queria ser magérrima, e sempre fui meio gordinha. Usava aparelho fixo. Achava defeito em tudo, tudo, tudo.O tempo foi passando, conformei com algumas coisas, com outras nem tanto, e assim fui crescendo. Cada vez era mais fácil me aceitar, me achar gatinha de vez em quando e tal. Até que um tempo atrás alguém me perguntou se eu pudesse mudar alguma coisa em mim, se mudaria. Quis saber se era tipo "passe de mágica" ou mesmo utilizando alguma técnica disponível atualmente. Se pudesse "passe de mágica", tem uma coisinha que eu mexeria sim. Mas se fosse usando a medicina atual, simplesmente não faria NADA, por um simples motivo. Nada, absolutamente NADA em mim me incomoda a ponto de encarar uma anestesia. Aí que eu vi o quanto me amo e me aceito hoje.Quando eu era adolescente, a moda era peito pequeno. E lá estava eu com meus peitos totalmente fora do "tamanho padrão". O problema maior era pra comprar roupa. Todas as roupas ficavam ou certas no corpo/ apertadas no busto ou certas no busto/ folgadas no corpo. Um dia cheguei a chorar (no auge dos meus 16 anos) porque "não dava pra viver" (sempre fui dramática, agora imaginem ainda no auge dos hormônios) com aqueles peitos "ENORMES". Depois a moda passou a ser peito grande. Aí que vi que os meus não são grandes e ainda ficam bonitos num decote, o que não aconteceria caso tivesse os mini-peitos que eram meu sonho de consumo antes.Outro trauma eram meus dentes. Nem estou falando do aparelho (meu amigo fiel e inseparável por longos 12 anos). É porque eu tenho caninos levemente maiores que deveriam, e quando a gente era criança, minha irmã cantava a música do vampirinho pra mim ("Eu sou o vampirinho/ vamp-vampirinho/ que acorda todo dia/ todo todo dia/ só que é de mentirinha/ meia noite pra caminha..."). Pronto, me sentia o próprio Conde Drácula.Só que, vamos combinar que existe uma grande diferença do sorriso da mocinha aí em cima pra esse sorriso aqui do lado, que de fato é meu. Assim como a questão dos peitos, mais uma vez era puro trauma meu. Só que no auge do desespero, mamãe chegou a cogitar a possibilidade de desgastar um pouco meus caninos pra ver se ajudava um pouco a diminuir meu complexo. Mas aí eu mesma desisti.Outro complexo que eu tinha era de gorda. Tá certo que eu nunca fui assim nenhuma escultura, mas tava longe de ser gorda como eu pensava que era. Fico pensando que foi muita sorte não ter desenvolvido nenhum distúrbio alimentar grave, porque eu juro que me via uma baleia.Devo admitir que fui beneficiada pela propaganda da Dove. Foi vendo aquele monte de mulher com corpo fora dos "padrões de beleza" e achando as moças lindas que me toquei que ser redondinha e ser bonita não eram coisas mutuamente excludentes.Pra falar a verdade, acho que um cara que prefira essa menina aí do lado a qualquer uma das moças acima deve estar meio fora do seu juízo perfeito. Já dizia Seu Álvaro, meu sábio vô: "Quem gosta de osso é cachorro". E tou mais é feliz com meus quilinhos, inclusive os que sobram. (Devo acrescentar que estar satisfeita com meus quilinhos não contradiz meus esforços pra perder alguns deles. Não tenho a pretensão de ser magra - na época que formei estava magra e era estranho, parecia que eu não me reconhecia naquele corpo. Mas também não acho que a gente pode engordar descontroladamente, inclusive porque é uma questão de saúde, né?).Bom, depois de fazer as pazes com várias características minhas, chegou a vez do meu ponto fraco: o cabelo. Meu Deus, sempre briguei com cabelo. Sempre. Meu cabelo parecia uma juba! Sempre armado, sempre voando, sempre me matando de vergonha. Até que chegou um momento da minha vida que eu resolvi que só seria feliz lisa. E assim fui feliz por um tempo. Só que aí eu tive que ir pra Portugal. Fiz um super alisamento antes de ir, morrendo de esperanças que arrumasse alguém lá pra retocar. Chegando lá, quem disse que achava? Ou eram salões afro, que não me atendiam porque meu cabelo não é crespo, portanto não tinham produtos adequados, ou então não alisavam, porque eram salões default e lá a grande maioria dos salões que não sejam voltados pro público de cabelo afro se recusa a fazer alisamentos. E eu ia desesperando, e a raiz crescendo, e por fim mamãe me mandou uns produtos. Mas nem assim nenhuma cabelereira aplicava. Eu mesma tentei passar, mas durava bem menos. Enfim. Comecei a viver de escova e chapinha na raiz, porque pior que cabelo ruim, é cabelo ruim na raiz e liso nas pontas. Chegando ao Brasil, com uma raiz enrolada enorme, pensei na possibilidade de deixar o cabelo enrolado. Não foi uma decisão fácil:Olhem aqui uma das mulheres mais elegantes deste país na minha modesta opinião, versão lisa.Agora olhem a mesma criatura, versão cacheada. Pois é, minha gente. Eu pensava "Se Marieta Severo, linda, elegante e que já casou com Chico Buarque fica com cara de Nenê casada com Lineu de cabelo enrolado, com cara de quê eu vou ficar, meldels?"

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Gordinha!!?

Eu gosto de ser gordinha!!!
Dizem que gosto é igual a cu e eu não vou discordar disso. Vou é concordar em gênero, número e grau que o que agrada à mim, pode não agradar você, caro leitor. E como todo bom confete da democracia, tenho uma boa notícia: você pode usar os comentários para discordar.
Mas publicamente faço uma declaração: eu gosto de ser gordinha. E não é gostar de ser gordinha com aquele papo furado de beleza interior, que o que importa é o que você tem por dentro, que a carne se putrefaça e nossa beleza interior como nossas idéias é que ficam para a posteridade, blá-blá-blá. Isso tudo não passa de papo furado, de conversa pra boi dormir, filosofia de boteco, e quantos mais sinônimos vocês queiram ler para esse tipo de frase de livro de auto-ajuda.
Claro que ...Beleza exterior importa, sim. Bunda importa, sim. Peito importa, sim. O que muda são os gostos, os estereótipos, as formas, os desejos, o que apraz seus olhos e lhe faz comer com eles.
Mas eu não posso deixar de comentar aqui uma situação que vem se tornando corriqueira. Vejo um monte de meninas gordinhas circulando na rua vestindo trajes que mais parecem trapos, expondo de forma pejorativa as sobras que não caberiam ali. Isso é ridículo!!
Veja bem, eu disse que gosto de ser gordinha, e as bordinhas de catupiry não me incomodam. O que me incomoda é que essa pochetinha, esse pneuzinho não fique caindo sobre o coz de um jeans super apertado da irmã dela de 12 anos; ou aquele par de seios mais fartos, predominante em parte da população feminina acima do peso, não fique saltando pra fora num decote umbigal.
Gordinhas tem sua beleza? têm. Mas elas precisam criar vergonha na cara, elas precisam de mais espelhos em casa. Elas estão perdendo o senso do ridículo numa tentativa frustrada de reabilitar sua auto-estima numa sociedade que valoriza um estereótipo específico. Ter orgulho e auto-estima nada tem a ver com se vestir mal, peças de roupas que não condizem com ela, nem se oferecer e expor de forma ridícula e vulgar, de tentar empurrar goela abaixo para os que passam na rua um “oh, eu sou gorda, minha barriga ta caindo por cima dessa calça, e você vai ter que ver minha cara de feliz e despreocupada”.
Meu recado para as Gordinhas: nós temos uma beleza muito peculiar.
Mas se adeqüei às suas condições, vistam roupas próprias para o seu tamanho e não, vocês não vão ficar deselegantes se cobrirem a barriga e os peitos. A Preta Gil é bonita, mas biquíni minúsculo é pra quem tem o mínimo de gordura no corpo.
E tenho dito.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Verdadeira descriminação

No mínimo, julgo isso uma verdadeira discriminação contra os gordos , oras bolas! Procurando um assunto para escrever, encontrei essa notícia, que quero que leiam com muita atenção. Diz assim a nota:
“As pessoas obesas contribuem para a crise alimentar e para o aquecimento global, afirmam investigadores de uma universidade londrina”.
Com mais detalhes, acompanhem o assunto:
“a escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres calculou que os obesos consomem mais 18% de calorias do que uma pessoa normal, o que dificulta a luta contra o efeito estufa e o aumento dos preços dos alimentos”,
Eu concedero esse tipo de noticia uma grande forma de descriminação, ou melhor mais uma ...
Que absurdo...

domingo, 9 de agosto de 2009

Predestinação!!

Um gordinho é predestinado sim!!

Ele é o alvo de tudo e todos. Sempre tentarei exemplificar para que possam visualizar melhor minhas teorias.

Exemplo 1– Imaginem agora um ponto de ônibus (para gordinhos menos favorecidos financeiramente), passam aquelas pessoas muito engraçadas, com um senso de humor de alto nível sabem? E com isso atiram algo fedido e melado nas pessoas do ponto de ônibus, aquele gordinho do exemplo do tombo na casca de banana está lá, vejam só vocês, e é o único atingido. É impressionante! Está certo que ele é o maior alvo, porém só foi atingido com a coisa fedida e melada que o próprio gordinho prefere não saber o que é, pois acabou de comer um sonho e pode vomitar tudo, ele não suportaria perder aquela delícia.

Exemplo 2– Agora vamos juntos visualizar um avantajado horizontalmente de alta classe (um gordo rico). Está ele com seu terno de U$ 2.000,00 num restaurante que só pra você comer o pãozinho com manteiga de aperitivo que por sinal deve ter outro nome lá (petit de ui-ui-ui talvez), você desembolsa algo em torno de insignificantes R$ 150,00, e não pode ir embora depois do Petit de ui-ui-ui. Aí está o gordinho rico mandando ver no que ele faz de melhor, comer. E saibam que ele está muito feliz, pois aquele é o momento dele. Eis que um garçom servindo a todos com extrema classe e refinamento, está passando com uma bandeja de algo bem cremoso e colorido cujo qual não se deve tentar pronunciar, pois assim se pode enrolar a língua irreversivelmente. Uma senhora de 126 anos se levanta no momento que o garçom passa, e ele, que tem muita classe e boa educação se desvia da velhinha, caindo. Atrás de quem o garçom está? Alguém se habilita? Alguém? Do gordinho bem abonado. É senhoras e senhores! Ele fica coberto com uma coisa cremosa e colorida em seu terno de U$ 2.000,00. E muito bravo! Porém se ninguém prestar muita atenção, ele termina de comer.

E é assim gente! Esse texto foi para que tenham uma noção.
Abraços e bem vindo ao universo acima do peso

sábado, 8 de agosto de 2009

Vida De Gorda

Vida de gorda ( desabafo de uma Gordinha)
Este texto foi enviado por uma amiga que não quis se identificar!!
Minha vida i-n-t-e-i-r-a fui gorda, salvo a exceção nas vezes em que fiz dietas malucas para emagrecer.Já nasci com 4 kg (oh genética filha da puta!). Ate os 6 anos de idade eu era uma criança "normal", depois já me transformei na gordinha da classe. Lembro que com uns 14 anos pesava 93 kg, foi quando comecei a tomar remédios para emagrecer...em 4 meses perdi 16 kg mas, mais rápido que num piscar de olhos, engordei 23 e assim começou minha vida de sanfona ambulante.
Aos 16 fui para um SPA pesando 105 kg....depois vieram nutricionistas, vigilantes do peso, dieta da sopa, dieta da lua, dieta do arroz, dieta do caralho a quatro....sempre emagrecendo 4 ou 5 kg e engordando 10.
Passei a adolescência e a época de faculdade "enfornada" dentro de casa, deixei passar os melhores anos da minha vida pq tinha vergonha de me expor. No ultimo ano de faculdade uma amiga me falou de uma tal dieta espiritual. Pensei: "esta he minha chance e que os anjos me ajudem"....cara, sem brincadeira, eu me agarrei naquilo como minha ultima chance de sobrevivência e levei a serio, levei tão a serio que passei um ano e meio num regime militar: nada de pão, doce, álcool, massa, refrigerante, gordura, anything! Eu tinha hora pra TUDO (e era proibido comer fora dos horários impostos). Eu não furei a dieta nenhuma vez, cumpria todos os horários, ia a festas e não comia nada, carregava minha marmita pra todos os cantos. Comia dentro do meu carro, em banheiro de shopping, onde fosse, só pra não correr o risco de "errar" e ser punida pelos espíritos....No final das contas estava com 22 anos, 60 kg, usando manequim 38 e me sentindo a coca-cola mais gelada do deserto! Eu tava arrasando...Dai veio uma viagem de 6 meses aos Estados Unidos e lá eu ganhei 12 kg. "Tudo bem", eu pensei, quem perde 42 kgs perde 12 facilmente.....e assim foi. Voltei pro Brasil e no primeiro mês já perdi 8 kgs.
Poderosa ao extremo, sem duvida esta foi a melhor fase da minha vida....saia loucamente, ficava com todos os caras que eu queria (agora era a MINHA vez de escolher), beijei, inclusive, dois caras dos mais populares dos tempos de colégio, que nunca notaram minha insignificante presença gorda na adolescência.
Não sei como nem porque, mas aos poucos fui começando novamente o processo de engorda...não te parece loucura alguém que tinha tudo, que estava linda e gostosa ficar gorda novamente? A mim também parece, e não sei explicar o porque disso tudo. Só sei que em dois anos já estava com 90 kg de novo....
Well, outra viagem aos Eua surgiu na minha vida. Eu já estava com 25 anos e 90 kgs...no final da minha jornada, dois anos mais tarde, retorno a terra brasilis com uma puta bagagem nas costas, amigos conquistados, amores deixados pra trás e vinte seis quilos a mais num corpitcho que faltava rolar de tão redondo.
Caralho: 116 kgs. Nunca cheguei tão ao fundo do poço.
Fui procurar a mulher dos espíritos de novo....perdi 23 kgs em seis meses...fiquei sem saco pra dieta, parei pra Natal e Ano Novo e engordei 10 kg. Em um mês perdi os 10, Ufa, isso ta parecendo jogo de tabuleiro....Dai fiquei 4 meses sem a dieta e 15 kgs a mais foram incorporados....No ano passado emagreci e engordei 15 quilos umas 3 vezes...Hoje, 29 anos nas costas, uns 100 quilos de peso e fazendo dieta nenhuma.... posso dizer que estou feliz...comigo mesma . e é isso que importa

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Para o Melhor entendimento de todos,leiam este post.

Vamos abrir os trabalhos com uma explicação, eu não estou aqui para falar simplesmente sobre pessoas que se encontram acima do peso, sabem? Gordas mesmo! Não é tão simples assim. Não se trata de apenas falarmos do mal que a gordura acarreta para a saúde ou então de estética pura e simplesmente. Aqui trataremos juntos, de assuntos de ordem psicológica, traumática e por que não dizer cármica.

Agora, verão minha “tese” sobre tudo isso.
Pensem vocês me acompanhando e visualizando:

> Situação 1 - Imaginem a cena em sua frente de uma pessoa comum e magrinha escorregando em uma casca de banana (bem desenho animado mesmo), ela cai categoricamente, vai ao chão e você (para sermos politicamente corretos), primeiro constata que o magrinho não se machucou, então você dá uma risadinha pensando que foi um tombo engraçado. Todavia, no máximo dez passos depois já está pensando na dívida externa, nos novos programas de combustível para diminuir a poluição e outras coisas sérias que são assuntos comuns ao povo brasileiro.

> Situação 2 – Imaginem agora em sua frente uma pessoa incomum (começa por aí), um gordinho de bochechas rosadas, pernocas grossas, com fones de ouvido que chamam bastante a atenção devido apenas ao tamanho da cabeçorra e por fim, devorando um sonho de padaria (gordinho adora essas coisas). Ele está andando distraidamente no mesmo lugar que o magrinho da situação anterior (lembro vocês que devem somente substituir as duas pessoas, a cena é a mesma), e a danada da casca de banana se encontra no mesmo lugar. Ele caminha ouvindo sua musiquinha tranqüilamente, eis que ele pisa na casca e vai a pique! Pra começar a diferença, você já esquece a porcaria de ser politicamente correto e ri, descontroladamente e insanamente. O gordinho tenta se levantar rápido, e essa é outra situação diferente, pois se este em especial for muito avantajado ele tem que rolar pro lado apoiar mãos e joelhos, e nesse tempo ninguém o ajuda, sabiam? Pois estão muito ocupados… rindo! O gordinho não se machucou (e daí? ninguém quer saber realmente), aí ele fica bravo e faz cara de mal para que não riam, ou talvez seja porque o sonho caiu, um mistério sem dúvidas, mas ele não percebe que essa cara de bravo torna a situação muito mais cômica, porém aí as pessoas tentam esconder o que sentiram, reprimir a sensação sabem, mas do que adianta afinal? Já aconteceram todos os risos e piadinhas.

Não visualizou ainda? Pois bem, ajudarei sendo breve, substituam o elemento da situação 1 pelo famoso ator boa pinta, Marcos Pasquim (pra todos conseguirem ver claramente), e já na situação 2 substituam conforme sua escolha e pra ficar melhor, dêem preferência por Jô Soares ou Fausto Silva. Agora me digam.

É muito diferente! Não há como negar. Porém vocês lerão em algumas oportunidades aqui, sobre pessoas de alma gordinha. O que isso significa? Bom gente, isso consiste em a pessoa não ter nada a acrescentar horizontalmente, tá bom vai… Ser gordo mesmo! O cara é magro, às vezes até bem apessoado (não que alguns gordinhos não o sejam, que fique bem claro), mas é estranhamente cômico igual a um gordinho. Ele cai como no exemplo acima, e tudo é exageradamente engraçado como se ele fosse assim, gordo! A sua alma pesa mais que duas vezes o peso dele e o pior é que não sabe disso, porém está predestinado a passar a vida se dando mal (usando palavras menos ofensivas), e esse é outro ponto que quero chegar para finalizar essa apresentação, a questão cármica a que citei no início.


E é assim gente! Esse texto foi para que tenham uma noção.

Abraços e bem vindo ao universo acima do peso..